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HIGHLIGHTS - READ THE TALES

A agulha de cerzir

Written by: Hans Christian Andersen

O Cupido

Written by: Hans Christian Andersen

Os namorados - O Pião e a bola

Written by: Hans Christian Andersen

Uma rosa sobre o túmulo de Homero

Written by: Hans Christian Andersen

Como encontrar o que está escondido!?

Written by: Hans Christian Andersen

O Livro Silencioso

Written by: Hans Christian Andersen

Uma ave: Fênix

Written by: Hans Christian Andersen

O duende e o vendeiro

Written by: Hans Christian Andersen

O bule de chá

Written by: Hans Christian Andersen

As Galochas Mágicas

Written by: Hans Christian Andersen

A delicada campânula branca

Written by: Hans Christian Andersen

O Príncipe Malvado

Written by: Hans Christian Andersen

O Talismã

Written by: Hans Christian Andersen

A Pequena Vendedora de Fósforos

Written by: Hans Christian Andersen

Pequenas Pinturas, Poucas Palavras, Muitas Leituras

Written by: Hans Christian Andersen

O que o pai faz é sempre o certo!

Written by: Hans Christian Andersen

O Pinheiro de Natal

Written by: Hans Christian Andersen

Conversa de criança

Written by: Hans Christian Andersen

O Boneco de Neve (Snemanden)

Written by: Hans Christian Andersen

A agulha de cerzir

Written by: Hans Christian Andersen

Synthesis

O conto "A Agulha de Cerzir" narra a história de uma agulha que se acha superior e sonha com grandeza. Considerando-se indispensável, ela avisa para não ser deixada cair, pois seria perdida para sempre devido à sua finura. No entanto, quando usada para consertar um chinelo, quebra-se facilmente e, em vez de ser descartada, é transformada em um alfinete decorativo. Essa história ilustra a vaidade e a falta de autoconhecimento da agulha, que, mesmo diante da adversidade, não perde seu sentimento de grandiosidade. Você já se perguntou como uma simples agulha pode ensinar valiosas lições sobre vaidade e autoconhecimento? Descubra as aventuras e a arrogância de "A Agulha de Cerzir" e veja como até os objetos mais humildes podem refletir grandes verdades humanas.

Written by: Ana Maria Martins da Costa Santos Langkilde

O Cupido

Written by: Hans Christian Andersen

Synthesis

O cupido, figura ambivalente, toma forma de uma criança, mas tem a astúcia de um adulto; usa o amor como tema, mas um arco e flecha como objeto de trabalho para concretizar seus planos; ao mesmo tempo que promove a felicidade, a alegria e o riso, causa a infelicidade, a tristeza e lágrimas. Ele procura unir, mas em alguns casos, provoca a desunião. Será proposital ou o ser humano não percebe a sutileza de seu ato? Todos nós fomos flechados, um dia, pelo Cupido.

Written by: Ana Maria Martins da Costa Santos Langkilde

Os namorados - O Pião e a bola

Written by: Hans Christian Andersen

Synthesis

O pião e a bola, brinquedos que compartilham uma gaveta, têm uma conversa sobre amor e status. O pião, pintado e melhorado, tenta cortejar a bola de vime, mas ela recusa, afirmando estar comprometida com uma andorinha. A bola eventualmente desaparece durante uma brincadeira e o pião imagina que ela tenha se casado com a andorinha. Anos depois, o pião, agora dourado, cai num bueiro e encontra a bola, deteriorada pelo tempo e água. A criada resgata o pião, mas a bola permanece esquecida no bueiro, seu orgulho e beleza perdidos.

Written by: Ana Maria Martins da Costa Santos Langkilde

Uma rosa sobre o túmulo de Homero

Written by: Hans Christian Andersen

Synthesis

O conto narra o amor do rouxinol por uma rosa, situado próximo a Esmirna, sob plátanos altos. Entre as flores, uma rosa se destaca por crescer no túmulo de Homero. O rouxinol canta para a rosa, que se recusa a responder, considerando-se sagrada demais para ele. O rouxinol canta até morrer, sendo enterrado por um jovem no túmulo de Homero. A rosa sonha com um poeta do norte que a colhe e leva para sua terra distante, onde murcha de dor. Acordando desse sonho, a rosa floresce novamente, e o mesmo poeta do norte a colhe, levando-a para sua pátria. A rosa seca é guardada como uma relíquia na Ilíada do poeta, eternizando-se como a flor do túmulo de Homero.

Written by: Ana Maria Martins da Costa Santos Langkilde

Como encontrar o que está escondido!?

Written by: Hans Christian Andersen

Synthesis

Era uma vez um estudante, sabem o que ele queria ser? Escritor, poeta, imaginem! Ele queria ler onde nada estava escrito e queria compreender onde tudo parecia confuso. Ele queria ler entre as linhas, além das linhas, isto é, aquilo que estava escondido. Como ele era muito confiante nele mesmo, tinha certeza de que antes mesmo que chegasse a Páscoa, ele já seria um escritor, um poeta talvez!

Written by: Ana Maria Martins da Costa Santos Langkilde

O Livro Silencioso

Written by: Hans Christian Andersen

Synthesis

Caro leitor, venho realizando trabalhos com alguns dos contos inéditos, para leitores de língua portuguesa, de Hans Christian Andersen. Gostaria de esclarecer que não faço tradução dos contos. O processo de passagem da língua dinamarquesa para a portuguesa se caracteriza mais por ser uma recriação. O conto não é traduzido palavra por palavra, frase por frase, parágrafo por parágrafo, meu compromisso com o texto, com o autor e com a língua tanto a dinamarquesa, quanto a portuguesa; propõe uma ação sobretudo semântica e menos lexical. Mantenho o tema, mantenho as nuances críticas, poéticas, humorísticas que percorrem todo o texto em dinamarquês, porém meu leitor é falante de língua portuguesa. Para esse leitor recrio o texto. Importante ressaltar que, a realização desse trabalho passa, inicialmente, pela leitura de 3 versões, a original, em dinamarquês, em inglês e, por último, em português, quando existe.

Written by: Ana Maria Martins da Costa Santos Langkilde

Uma ave: Fênix

Written by: Hans Christian Andersen

Synthesis

Esse conto entre tantos outros vem revelar, uma vez mais, o compromisso social e cultural de Hans Christian Andersen para com o seu tempo e com tempos vindouros. Vale ressaltar a importância de despertar no leitor, temas relativos à arte, literatura, religiosidade e mitologia. A Poesia está para todas as outras artes, como a ciência está para o desenvolvimento e aperfeiçoamento da humanidade, aliás, não podemos nos esquecer que esse também era um de seus temas favoritos, uma vez que estava sempre em busca das contribuições que a ciência poderia trazer para o conforto, melhoria e qualidade de vida do ser humano. Então vamos à história:

Written by: Ana Maria Martins da Costa Santos Langkilde

O duende e o vendeiro

Written by: Hans Christian Andersen

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Leitores de Andersen, mais um conto magnífico do nosso autor está disponível em nosso site. O duende e o vendeiro explora o tema da generosidade e da magia transformadora do natal. A generosidade do vendeiro em sempre doar um delicioso mingau ao doende com um generoso pedaço de manteiga, uma iguaria na Dinamarca daquela época e em paralelo o encanto do Natal ilustrado por um estudante e um velho livro que emanava um mundo mágico e maravilhoso, algo só possível pelo poder da leitura. Apreciem o conto e boa leitura!

Written by: Ana Maria da Costa Langkide

O bule de chá

Written by: Hans Christian Andersen

Synthesis

O conto narra a história de um bule de chá orgulhoso de sua perfeição, exceto por sua tampa quebrada. Após um acidente, ele é abandonado e dado a uma mendiga, que o enche de terra e planta um bulbo dentro. O bulbo brota e floresce, trazendo felicidade ao bule. No entanto, a flor é considerada muito bela para estar em um recipiente velho, resultando na quebra do bule. Restam apenas suas memórias, que o fazem sentir-se vivo, mesmo em pedaços.

Written by: Ana Maria Martins da Costa Santos Langkilde

As Galochas Mágicas

Written by: Hans Christian Andersen

Synthesis

Mais uma vez H. C. Andersen vem com um conto divido em partes. Em cada uma delas nos deparamos com uma experiência, com uma revelação, com uma maneira do ser humano se relacionar com o mundo e com seus sonhos. Como lidar com um sonho, um desejo e viver ambos com todas as consequências. Nada acontece de graça! Onde tudo começa? Em uma festa de família...Onde a primeira personagem inicia uma discussão sobre tempos passados... Nessa festa duas outras personagens são introduzidas: duas fadas, a primeira, uma das camareiras da Fada da Fortuna; a outra, a Fada da Tristeza que não delega a outros a responsabilidade de executar suas tarefas. Ela sempre acha que ninguém poderia fazer melhor do que ela. As duas fadas deixam, junto à porta um par de galochas. Essas galochas têm o poder de quem as calçar, ser transportado imediatamente, para a época que gostaria de viver, de experiências que gostaria de vivenciar, em suma proporcionaria à pessoa a concretização de um sonho, quase impossível, ou uma descoberta que poderá ser muito agradável, ou muito desagradável. Revelações inesperadas...

Written by: Ana Maria Martins da Costa Santos Langkilde

A delicada campânula branca

Written by: Hans Christian Andersen

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Synthesis

Nossa história sobre uma florzinha que se abre antes do tempo e vence tantas intempéries para colorir os campos antes do verão. Como não poderia deixar de ser, eu a encontrei dentro daquele livro. Você esperava por isso, não?

Written by: Ana Maria Martins da Costa Santos Langkilde

O Príncipe Malvado

Written by: Hans Christian Andersen

Synthesis

A história da humanidade traz, em suas origens, a presença constante de déspotas que aniquilaram populações, culturas, monumentos em nome de um poder e de uma incapacidade de se reconhecerem pessoas comuns. Por onde passavam destruíam tudo. Nada os impedia, nada interrompia o percurso perverso de impor sua vontade a qualquer custo. Durante a segunda guerra mundial o conto O príncipe malvado foi muito usado pelos dinamarqueses por entenderem que a figura do príncipe traçava o perfil de Hitler. Atualmente podemos identificar essa personagem com muitos líderes mundo afora. Cada um de nós poderá com certeza, nomeá-los.

Written by: Ana Maria Martins da Costa Santos Langkilde

O Talismã

Written by: Hans Christian Andersen

Synthesis

Esta história, inicialmente, não veio a público como a maioria das histórias e contos criados por H C Andersen. Nesse período, algumas delas foram publicadas em jornais ou revistas importantes da época. O conjunto dessas histórias veio a compor um livro, após a morte de H C Andersen. Há uma recorrência temática em todas elas: valores, moral, ética, religiosidade, amor tratados criativamente sem que o leitor esperasse pelo Moral da história ou ele se apresentasse claramente ao término dela, mas de repente percebe-se cada um desses temas tratados no conjunto ou em separado no corpo do texto. Vamos começar pelo O Talismã. O título já sugere uma mística, uma questão de sorte, algo que está fora da pessoa e que a impele a buscar onde quer que seja para ser feliz. Vamos lá!!!

Written by: Ana Maria Martins da Costa Santos Langkilde

A Pequena Vendedora de Fósforos

Written by: Hans Christian Andersen

Synthesis

Esse pequeno conto fez parte, primeiramente, de um calendário popular dinamarquês para 1846, a data de seu lançamento foi dezembro de 1845. Ocorre que ele foi resultado de uma encomenda a H. C. Andersen a partir de um desenho que lhe foi entregue por quem o contratou, J. TH. Lundbye. O conto baseia-se em histórias da mãe de H. C. Andersen, que também foi enviada para mendigar e, como a pequena vendedora de fósforos , não conseguiu vender nada. Os fósforos também eram novidade para a década de 1830. Eles eram frequentemente vendidos por pessoas pobres, porque pedir esmolas era proibido. A história tem um final triste, mas a crítica bem feita a uma sociedade desigual define a temática do conto. Enquanto os ricos se banqueteiam com iguarias para celebrar o final e o início de um novo ano, os pobres apenas olham através da janela. Ao final a menina sorri porque será recebida pela pessoa que a amou e a quem ela também. As lembranças de sua avó aqueciam seu coração enquanto seu corpinho gelava. Essa é uma interpretação livre de Ana Maria Langkilde sobre o tema do conto. Leia você também este conto e compartilhe!

Written by: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

Pequenas Pinturas, Poucas Palavras, Muitas Leituras

Written by: Hans Christian Andersen

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Synthesis

Introdução Caros leitores, foi um prazer muito grande compartilhar essa obra com vocês. Muito embora esse livro tenha sido muito bem recebido pela crítica, H. C. Andersen nunca mais se aventurou em novos experimentos desse mesmo tipo. Escreveu ainda muito. Particularmente, considero esse livro uma de suas obras primas. A primeira edição veio em 1839 (em 1840 na capa aparece o título) com apenas 20 noites, a 2ª edição em 1845 era composta por 31 noites e a terceira e última edição em 1854, como parte do Volume 7 da coletânea de sua obra, inclui mais duas noites totalizando as 33 noites. Algumas noites haviam sido publicadas em almanaques e revistas antes de serem impressas nos livros mencionados.

Written by: Prof. Dra. Ana Maria Langkild

O que o pai faz é sempre o certo!

Written by: Hans Christian Andersen

Synthesis

Caros leitores, no próximo domingo celebraremos o dia dos pais. Lembrei-me de um conto muito interessante de Andersen: Hvad fatter gjør, det er altid det rigtige! Vamos compartilhar com vocês o texto homenageando os pais e, como sempre, trazendo mais uma contribuição de H.C. Andersen para nosso mundo literário. Lembrando que, toda “tradução” literária é uma recriação do texto original. Sempre mantenho as características originais do texto, as nuances humorísticas e críticas do autor; de minha parte, o cuidado com o uso da língua e a preocupação de não macular o texto original.

Written by: Ana Maria Lankgilde

O Pinheiro de Natal

Written by: Hans Christian Andersen

No meio da floresta de repente, chama atenção, um pinheiro de Natal. Ele estava em um bom lugar e em uma boa posição. Recebia o calor do sol, uma brisa fresca e a sua volta cresciam imponentes os pinheiros e abetos. Ele os contemplava e o que mais desejava era crescer e ficar como eles. Na verdade, ele não pensava muito no que tinha a sua volta, não se importava com as pessoas que passavam por ali, com o tagarelar das crianças em seu caminho para colher morangos e framboesas. De volta de sua colheita, com as cestas cheias de frutas, sentavam-se ao pé do pinheiro e diziam: “Que árvore bonita!” Infelizmente o pinheirinho não estava interessado em elogios. Ano após ano seus gomos aumentavam. Um após outro sempre maior. Cada gomo dizia a idade do pinheiro. O pinheiro suspirava e pensava: - “Queria ser uma árvore grande como as ...

Conversa de criança

Written by: Hans Christian Andersen

Synthesis

As crianças têm qualidades únicas, são extremamente sinceras, não fazem elogios para agradar alguém, não dissimulam, não humilham, não fazem diferença entre as pessoas. Infelizmente se, alguma dessas qualidades desaparece, certamente resulta de uma fala do adulto. Na grande maioria das vezes a criança repete o que houve. Vejamos o que nos conta a história a seguir...

Written by: Ana Maria da Costa Langkide

O Boneco de Neve (Snemanden)

Written by: Hans Christian Andersen

Synthesis

Essa história passa durante o inverno que poderia ser em qualquer lugar frio, mas aconteceu na Dinamarca. Parte da história narra um diálogo entre um cachorro e um boneco de neve. Esse último é estranhamente tocado pelo calor de um fogão à lenha. O cachorro entra na história para dizer-lhe que isso não seria recomendável para ele, na verdade seria péssimo, mas o boneco de neve não lhe deu ouvidos e ficava encantado visualizando de longe aquele belo fogão, tão quentinho e tão forte, mas vamos à história.

Written by: Ana Maria Lankgilde

Literary work

Pequenas pinturas, poucas palavras, muitas leituras

Written by: Hans Christian Andersen

Janeiro

Written by: Hans Christian Andersen

Fevereiro

Written by: Hans Christian Andersen

Março

Written by: Hans Christian Andersen

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