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Dezembro

Escrito por: Hans Christian Andersen

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A última passageira era a velha mãezinha. Ela tremia de frio. Realmente fazia muito frio. Trazia em uma das mãos, um braseiro.  Seus olhos brilhavam como estrelas! Em outra mão ela trazia um vaso. Nele estava plantado um pequeno pinheiro. Ela dizia que iria cuidar muito dele para que ele crescesse e, até o Natal pudesse estar alto para que ela o pudesse enfeitar todo com  maças douradas e enchê-lo de pequenas velas que seriam acesas na noite de natal.  Meu braseiro vai aquecer a todos. Em minha bolsa há um livro de contos de fadas para ler em voz alta.  As crianças estarão sentadas a minha volta. Antes de receberem os presentes cantaremos e dançaremos a volta da árvore. Os presentes vão adquirir vida. A boneca na árvore está viva. O anjo que está no topo da árvore voa de lá e beija as crianças e os adultos que estão na sala e depois de lá voa para a rua e beija os pobres e canta canções de natal que fala sobre a estrela de Belém.
 
A sentinela foi até ao cocheiro e disse: terminamos. Todos os passageiros estão liberados e já podem entrar na cidade.
 
Um momento, por favor, disse o Capitão, os doze não podem entrar juntos. Estive examinando o passaporte deles e eles têm validade por somente um mês, assim entrará um de cada vez. Todos os outros deverão aguardar aqui fora. Senhor Januário, o senhor será o primeiro...

© Todos os direitos reservados a H.C Andersen Institutte ®

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